razões para ler mangás

Ler mangá é algo que sempre gostei de fazer. Para mim, um mangá pode ser até mesmo melhor do que um livro. Os personagens podem ser um pouco exagerados, às vezes, mas é isso que os torna tão fascinantes. E as histórias que sempre encontro na seção de mangá de prateleiras das livrarias são realmente surpreendentes. Eu me encantei tanto pelo mundo dos mangás que resolvi aprender a desenhá-los, e meu ponto de partida foi o curso de desenho método fanart 2.0

lendo mangá

Mangá é TUDO!

Mas, infelizmente muita gente não lê mangá. Isso me entristece, porque eu não posso recomendar um anime que eu realmente amo, ou algum que estou lendo e adorando. Se o fizer, provavelmente me ignoram educadamente, a menos que a pessoa que lhe eu indicar o mangá estiver particularmente interessada em ler o mesmo.

Assim tentarei convencê-los, para que experimentem uma dose de mangá… será que vou conseguir?

Razão número um: se você quiser, poderá ler mangás online grátis.

Sim, é verdade! Provavelmente, você pode encontrar qualquer título de mangá que quiser em sites como Manga Here que oferecem quadrinhos gratuitos para os fãs. E os mangás têm muita qualidade e muito trabalho, então não tenha medo de se deparar com uma má tradução.

Segunda razão: ampliará seus horizontes!

Se você é uma daquelas pessoas que sempre querem experimentar coisas novas, então, tentar ler mangá pode ser excitante para você. E, embora não o faça, sugiro que experimente o mangá.

Razão número três: Se você quer ler uma história determinada, provavelmente haverá um mangá.

Sério, o mundo do manga cobre tanto terreno que é difícil não encontrar uma história que lhe interessa. Você quer ler uma história emocionante sobre ciborgues de crianças chutando bundas de terroristas? Existe um mangá para isso. Você quer ler uma história sobre uma cidade louca com pessoas igualmente loucas, com gangues e uma dose de sobrenaturalidade? Existe um mangá para isso. Você quer ler uma história sobre um grupo de meninas que se juntam e fazem loucuras com superpoderes? Você vai encontrar tudo isso e mais um pouco.

Quarta razão: os personagens são muito bem feitos.

No mangá, às vezes, a personalidade de um personagem é escandalosa. E, hum, as personalidades desses personagens são escritas muito bem, de acordo com a minha experiência. Com taotal certeza posso dizer que os levo mais a sério no mangá do que nos livros normais.

Razão número cinco: juntamente com a história, você ganha algumas fotos encantadoras!

É mais uma questão de preferências. Se não gosta dos olhos exagerados e o cabelo arco-íris de todas as cores, a arte do estilo mangá pode não ser para você… Mas, para mim, são perfeitos. O que mais me surpreende é como um homem pode tomar a estética geral do estilo de arte do mangá e adicionar seu próprio toque. E, às vezes, o personagem pode fazer com que a arte seja normalmente acolhedora e o transforme em algo brilhante.

Você pode treinar muito e aprender como desenhar mangá, fazendo isso pode ter também as suas histórias lindas, incríveis e bonitas do jeito que você gosta.

Sexta razão: você pode aprender um novo estilo de leitura!!!

Pode ser que alguns não gostem da maneira em que se lê o manga, e eu entendo. Mas nunca me pareceu um estilo difícil de aprender. São apenas os painéis e as “bolhas de bate-papo”, que se lê da direita para a esquerda. Não as palavras. Além disso, se você tentar aprender o estilo de leitura, você pode desenvolver e treinar seu cérebro para ter um raciocínio cada vez melhor.

Fotogenia. Estranho que seja tão feia a palavra que define “a qualidade ou característica própria de quem ou daquilo que apresenta uma bela imagem ao ser fotografado, filmado, etc”. Eu achei que o correto seria “fotogenicidade”, que também não é lá uma palavra tão bonita, mas o pai-dos-burros (o dicionário, hehe) mostrou que eu estava errado. Seja como for, o que importa é que nunca podemos saber de antemão se uma pessoa é fotogênica ou não. Há pessoas, as que mais invejamos, que são tanto bonitas quanto fotogênicas; há outras que são bonitas, mas que de fotogênicas não têm nada; há casos estranhos de pessoas que não são bonitas, mas são fotogênicas e há, no final, a triste categoria das que não são nem bonitas, nem fotogênicas. Na verdade, pensando bem, há ainda um grupo mais bizarro: o das pessoas que são feias de verdade, mas, de maneira inconveniente, adoram ser fotografadas. (O único jeito de lidar com os membros desse grupo, quando amamos a arte da fotografia, é evitá-los a todo custo.  E não adianta: eu me recuso a dizer a qual grupo pertenço). Fato é, digressões à parte, que não importa o quanto você ache uma pessoa bonita ou feia, você nunca pode saber, antes de fazer pelo uma foto da mesma, se ela é fotogênica ou não.

(Um adendo: claro que foi uma piada  a sugestão de correr dos feios que gostam de ser fotografados. E ainda mais importante do que isso é o fato de que a grande fotografia não se restringe ao que é “bonito”. Isso seria restringir demais o escopo da mesma. Boa parte das grandes imagens não tem nada a ver com beleza, pelo menos não em um sentido rasteiro. Mais sobre isso outra hora. Agora, voltando ao assunto…)

A foto acima foi um desses casos surpreendentes. Não que minha amiga seja feia, longe disso, mas me surpreendi ao revelar as fotos e ver o quanto ela era fotogênica. Essa é apenas uma de quatro ou cinco fotos que fiz em rápida sequência. Em cada uma delas ela está com uma expressão diferente, pois eu fui tirando as fotos enquanto ela conversava com uma amiga comum. Esta, aliás, é uma ótima maneira de fazer retratos. É que todo mundo, quando posa para uma foto, tende a assumir a mesma postura, sorrir do mesmo jeito. No final, o que se tem são montes de fotos nas quais a pessoa está basicamente com a mesma cara. Claro que há algumas pessoas (que não precisam, aliás, ser modelos) que têm dom natural para posar e conseguem fazer todo tipo de caras e bocas. Este, porém, é um talento e os talentos são por sua própria natureza propriedade de poucos. Mas, como eu ia dizendo, para conseguir expressões variadas de uma pessoa, é interessante fotografá-la enquanto ela está concentrada em outra coisa, total ou parcialmente inconsciente do fato de estar sendo fotografada.

O outro assunto referente a esta foto diz respeito ao teste de filmes. Se você ler O Negativo, de Ansel Adams, vai ver que ele afirma que os filmes preto e branco raramente funcionam melhor na velocidade que os próprios fabricantes atribuem a eles. Daí a necessidade, se você quiser obter os melhores resultados que um filme pode proporcionar, de pacientemente fazer testes para descobrir qual a melhor velocidade para usar um determinado filme. Essa velocidade em geral será menor (às vezes até bem menor) do que a velocidade dada pelo fabricante. A principal vantagem, quando você acerta a velocidade do filme, é conseguir mais detalhes nas sombras, ou seja, nas partes mais escuras da imagem. Para fazer a foto deste post, por exemplo, usei o clássico Kodak Tri-X, que todos sabem ter velocidade 400. Só que eu o expus como 160.

Se você não tiver cochilado enquanto lia esta explicação, talvez tenha se perguntado: mas por que não simplesmente descobrir na internet qual a “melhor velocidade” para usar um filme qualquer? Simples: pode haver variações na maneira como lotes diferentes de um filme são fabricados. Então, o mesmo filme que hoje fica bom a 160 pode não funcionar bem nessa velocidade amanhã. E os fabricantes se dão ao direito de alterar o método de fabricação dos filmes sem avisar ninguém a respeito.

Isso parece complicado e difícil, eu sei, mas, como disse certa vez Jung (o psicólogo) , “tudo que é bom é difícil”.

Livros de Receitas

Se você gosta de cozinhar, ou quer se arriscar diante do fogão, trazemos para vocês um uma seleção maravilhosa de livros de receitas. É uma lista que você pode usar e abusar sempre que precisar!

Separamos títulos que abrangem a todo tipo de gosto e ocasião, com receitas simples e elaboradas. Caia de cara nesses livros para depois poder cair de boca nas comidas maravilhosas que vai aprender a fazer!!!

1. Confeitaria Escalafobética — Sobremesas Explicadas Tim-Tim por Tim-Tim, de Raiza Costa

A carismática Raiza Costa, ex-participante do MasterChef, apresentadora do Rainha da Cocada (GNT) e chef de confeitaria, é conhecida pelo apreço às técnicas tradicionais francesas — e não faz diferente em seu livro. Com minúcia, ela explica como preparar uma variedade de doces incríveis.

Editora: Senac

Páginas: 376

Preço: R$ 89

 

 

 

2. Cozinha Vegana para o Dia a Dia, de Gabriela Oliveira

Cozinha Vegana para o Dia a Dia, de Gabriela Oliveira

 

Indispensável para vegetarianos e ideal para curiosos, o livro da chef portuguesa Gabriela Oliveira traz uma infinidade de receitas: desde entradas, até pratos principais, sobremesas, instruções para fazer leite vegetal e usar substituições veganas inteligentes e saudáveis.

Editora: Alaúde

Páginas: 216

Preço: R$ 59,90; e-book R$ 41,50

 

 

 

3. Cozinha Rápida e Fácil, de Lorraine Pascale

Cozinha Rápida e Fácil, de Lorraine Pascale

A confeiteira inglesa Lorraine Pascale, adorada no Reino Unido, oferece em Cozinha Rápida e Fácil nada mais, nada menos que cem receitas práticas — com ingredientes frescos e pratos complementares como sugestões.

Editora: HarperCollins Brasil

Páginas: 304

Preço: R$ 39,90; e-book R$ 29,90

 

 

 

 

4. Larousse da Confeitaria, da Escola Le Cordon Bleu

Larousse da Confeitaria, da Escola Le Cordon Bleu

 

A escola francesa Le Cordon Bleu, uma das mais aclamadas mundialmente no campo da confeitaria, explica em Larousse da Confeitaria técnicas e segredos de clássicos. Receitas de bolos simples e recheados, tortas e macarons são abordadas com informações úteis, como os ingredientes mais adequados, o manuseio correto deles e curiosidades sobre as origens das receitas.

Editora: Alaúde

Páginas: 512

Preço: R$ 199

 

 

5. Tempero de Família 2, de Rodrigo Hilbert

Tempero de Família 2, de Rodrigo Hilbert

 

Este aqui é uma coleção de 70 receitas feitas do programa de Rodrigo Hilbert, o “homão da porra”, no GNT. Todas carregam os traços que fizeram do apresentador um sucesso na televisão: ingredientes simples para comida caseira, feita pela família para a família. Alguns exemplos de pratos em Tempero de Família 2 são frango assado com creme de abóbora e mel e bolo de fubá dourado.

Editora: Globo Estilo/Globo Livros

Páginas: 208

Preço: R$ 59,90

 

 

Eaí gostou das indicações?? Vou lhe dizer que não precisa nem ter todos, com apenas um desses livros incríveis em mãos ja da pra fazer miséria na cozinha rsrs… da até pra ganhar um dinheirinho e extra e aperfeiçoar mais ainda o negócio com as dicas da Clarrisa Costa em um curso online que é o curso doce gourmet. Juntando todas essas bagagens dos livros indicados + o curso de doces gourmet quem pensa sempre um passo adiante, assim como eu, consegue colocar a mão na massa e já sair faturando, além de só cozinhar por hobby… fica à dica aí meu povo!!!

APROVEITEM!!!

Nos últimos anos estamos contando com um número cada vez maior de adolescentes que procuram educação sexual na literatura.

Chega a ser uma tendência surpreendente, especialmente quando se considera que só 22 estados americanos exigem o ensino de educação sexual, e alguns distritos promovem a abstinência… o que é muito ruim, principalmente para o futuro do adolescente.

É claro que não é responsabilidade dos romancistas educar os adolescentes sobre proteção, DSTs e outras questões importantes, como disturbios futuros que podem correr, a exemplo da ejaculação precoce que pode atrapalhar muito uma vida sexual e ser tratada apenas com livro muito conhecido, o destruindo a ejaculaçao precoce.
Mas uma história bem contada da perspectiva de um adolescente pode mostrar como é o sexo quando ele é bom e quando ele não é tão bom. Os livros lembram os jovens que o sexo é parte da vida e deve ser celebrado.

Selecionamos abaixo alguns livros que têm o sexo como tema. Cada um deles traz algo diferente para o cânone das vozes jovens, mas eles têm em comum o fato de não tratar o leitor como criança.

Another Day, David Levithan

Depois de One Day, um livro sobre um narrador que acorda cada dia num corpo diferente, Levithan conta a história de Rhiannon, interesse romântico de A, uma pessoa que troca de corpos. Não é o único livro em que Levithan se afasta de clichês heteronormativos, mas pode ser sua obra mais ousada. “Queria fazer as perguntas relevantes para o gênero – o quanto ele é construído e o quanto é inerente”, disse Levithan em entrevista ao Huffington Post.

The Diary of a Teenage Girl, de Phoebe Gloeckner

Talvez você saiba que o elogiado filme deste ano sobre o despertar sexual da artista Minnie é baseado numa graphic novel. Se você viu o filme, provavelmente também sabe que a aparência sinistra e doce da atriz Bel Powley resume a maneira como sexualizamos a juventude e como as mulheres jovens e poderosas reagem a essa sexualização. Powley e a diretora Marielle Heller trazem esses temas à vida, mas na história original de Gloeckner há muito mais detalhes sobre a confusão e o isolamento de Minnie. Vale a leitura, mesmo que tenha você curtido o filme ou não.

Ugly Girls, de Lindsay Hunter

O primeiro livro de Hunter reproduz perfeitamente a sobrecarga sensorial e emocional que é a adolescência nos dias de hoje. Perry e Baby Girl são amigas e rivais ao mesmo tempo. Ambas são bem diferentes, com exceção do interesse comum em causar confusão – pequenos furtos são um dos passatempos prediletos delas.

Mas, quando ambas começam a flertar com um amigo de Facebook misterioso, as atenções se voltam para suas abordagens diferentes em relação ao sexo. O resultado é um exame profundo da amizade feminina e da luta das mulheres para se sentirem válidas na sociedade.

 

Bright Lines, de Tanwi Nandini Islam

O romance de estreia de Islam tem um elenco diverso – uma menina de Bangladesh que se sente mais em casa na natureza que entre as outras pessoas, a prima borbulhante dela e sua amiga que fugiu de casa. Cada uma das meninas tem segredos reprimidos e lida de maneira diferente com o despertar sexual. Ella, a protagonista, está traumatizada com a morte dos pais, e ela lida com isso por meio de explorações com outra menina.

O livro vai além das jornadas emocionais: ele se passa no Brooklyn e em Bangladesh, onde a família investiga seu passado distante e nem tão distante assim.

 

The End of Everything, de Megan Abbot

Abbott se especializou em escrever sobre a adolescência como uma experiência estranha e surreal demais para ser descrita de maneira direta, quanto mais idealizada. Mas ela não lança mão de vampiros ou lobisomens como metáforas da estranheza da exploração sexual. Seu romance mais recente, A Febre, é baseado na história real de uma cidade cheia de jovens acometidas por convulsões.

Mas um livro anterior dela explora de maneira mais sutil a experiência corporal do crescimento. Em The End of Everything (“o fim de tudo”, em tradução livre), duas amigas inseparáveis são separadas quando uma delas desaparece misteriosamente. Em busca da amiga, Lizzie descobre como a atenção sexual pode ser recompensadora – e perigosa.

 

O que achou da lista?? Depois de ler venha nos contar nos comentários :))

Quando comecei a fotografar paisagens há muitos anos, achei que minhas imagens eram ótimas, mas olhando para elas agora posso ver facilmente os muitos erros que cometi. Com o tempo, melhorei, mas foi um processo lento e orgânico. Confira essas sete dicas e não cometa os mesmos erros que eu fiz.
Quando eu estava voltando recentemente através de algumas imagens para um vídeo que eu estava produzindo para o meu canal no YouTube, eu pensei comigo mesmo como seria bom saber o que eu sei agora. A maioria das coisas que melhoraram minha fotografia foram simples, mas levei mais de 15 anos para desenvolver.

Então eu inventei sete coisas que gostaria de ter sabido quando comecei. Muitos destes são feitos para simplificar. Em última análise, trata-se de obter a melhor imagem. Se você gastar 10 minutos configurando sua câmera, provavelmente perderá a luz. Entender algumas coisas simples tornará você mais eficiente e melhorará sua fotografia.

Aqui estão duas dicas que encontrei fizeram a maior diferença nas minhas fotos.

1. Simplifique suas imagens

Eu tive este momento de lâmpada cerca de 10 anos atrás, quando eu estava olhando através de um livro de paisagem por Joe Cornish (um fotógrafo de paisagem britânico atirando em grande formato). Eu estava tentando entender por que suas imagens eram tão poderosas e bonitas. Eu estava procurando por aquele elemento que suas imagens tinham que o meu não. Então clicou: era o contrário. Minhas imagens eram sempre muito confusas, elas tinham muito em si. Assim que percebi isso e tentei remover elementos que não foram adicionados a uma composição, minha fotografia melhorou drasticamente.

Tome estas duas imagens da praia em Whitby, Inglaterra abaixo. Eu vi os dois caminhantes e a primeira imagem é o que eu normalmente usaria. Rapidamente percebi agora que remover todos os elementos distraídos no quadro usando uma lente longa criaria uma imagem mais poderosa.

Ou essas imagens abaixo quando eu estava esquiando nos Alpes. Você pode ver que, removendo os elementos de distração e ampliando as montanhas, cria uma imagem significativamente mais poderosa.

2. Fique à direita um pouco (ou para a esquerda, para cima ou para baixo)

Eu não posso enfatizar o quão importante isso é. Até você ver a diferença de 6 polegadas para cima, para baixo, para a esquerda ou para a direita pode dificultar a compreensão. Composição é tudo em uma foto e mesmo se você tiver um tema impressionante e uma luz gloriosa, não conseguirá obter uma ótima imagem final sem que todas as partes se juntem.

Pequenas mudanças no posicionamento causam grandes mudanças na composição. Mesmo inclinar a câmera para baixo com uma lente grande angular pode ser a diferença entre um tiro matador e um tiro médio. Esta imagem mostra isso muito bem. Você pode ver a diferença se movendo 6 polegadas para baixo e removendo o caminho de distração feito.

Antes:

Depois: